Fórum de Hemoterapia começa nesta quinta-feira
Estarão reunidos em São Paulo para participar do fórum "A Hemoterapia que queremos", que acontece nos dias 19 e 20, especialistas da área, responsáveis pelos serviços hemoterápicos de todo o País, além de representantes da Coordenação da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, entre outras entidades do setor e usuários.
Segundo o idealizador do Fórum, Dr. Dante Langhi Júnior, diretor administrativo da ABHH, o encontro suscitará amplo e democrático debate dos principais assuntos relativos à especialidade como honorários profissionais, tabela de ressarcimento do SUS e regulamentação dos procedimentos em Hemoterapia, área de abrangência dos serviços públicos e privados, entre outros temas. "Pela primeira vez na história da hemoterapia, estabeleceremos propostas elaboradas pelos participantes, que são responsáveis pelos serviços, e por todos os que recebem tratamento envolvendo a especialidade", explicou Langhi Júnior.
A comissão coordenadora do Fórum é formada pelos seguintes especialistas: Dr. Dante Langhi Junior; Dr. João Carlos Pina Saraiva, diretor de comunicação da ABHH; Dr. Dimas Tadeu Covas, vice-presidente da ABHH, ; Dr. Antonio Fabron, diretor de defesa de classe da ABHH, ; Dr. José Comenalli Marques, médico hematologista e hemoterapeuta da Universidade de Campinas (Unicamp); Dr. João Pedro Marques, conselheiro da ABHH; e, Dr. José Roberto Luzzi, diretor do banco de sangue do Hospital Samaritano.
Conheça o portal do encontro.
Hemocentro e Unidade de TMO da Santa Casa atingem marca de 500 procedimentos
Na última quarta-feira (11/08), o Hemocentro e a Unidade de Transplante de Medula Óssea da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo celebraram o marco dos 500 procedimentos em TMO realizados pela instituição em 17 anos.
Estiveram presentes na solenidade pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), o diretor de relações internacionais, Dr. Carlos Chiattone, que também é diretor do Hemocentro da Santa Casa; e o Dr. Dante Mário Langhi Jr., diretor administrativo e membro da equipe de TMO do hospital. O presidente da Associação, Dr. Carmino de Souza, foi representado na cerimônia pelo Dr. Langhi Jr..
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HEMO.educa: Sucesso
Com um total de 300 inscritos, foi inaugurado o curso do
"Programa de Educação e Desenvolvimento Continuado à Distância – Hemo.educa". Por meio desta iniciativa, a ABHH busca promover atualização e qualificação de excelência aos hematologistas, hemoterapeutas e demais profissionais da saúde.
Dividido em seis módulos, o primeiro programa trata desde o diagnóstico até o tratamento da leucemia mielóide crônica (LMC). Em 6 de dezembro, data prevista para finalização deste curso, os participantes que cumprirem um total mínimo de 75% de acesso ao sistema, receberão o certificado de conclusão que vale pontuação na Comissão Nacional de Acreditação (CNA).
Inscrições para as provas de título de especialista começam em setembro
Começa no dia 4 de setembro, o processo de inscrição para os exames de Suficiência para Obtenção do Título de Especialista em Hematologia e Hemoterapia; Suficiência para Obtenção do Certificado de Área de Atuação em Transplante de Medula Óssea; e Exame para Obtenção do Certificado de Proficiência Técnica em Hematologia, Sorologia em Hemoterapia, Hemostasia e Enfermagem em Hematologia e Hemoterapia.
As inscrições vão até 4 de outubro e as provas serão realizadas no dia 4 de novembro, em Brasília. Mais informações pelo telefone.
Acesse os editais. Para esclarecimento entre em contato pelo telefone (21) 3511-1101 (21) 3511-1101 ou pelo e-mail
abhh@terra.com.br
ABHH na mídia
Nesta semana, as rádios Cultura e Eldorado transmitiram entrevistas com representantes da ABHH.
No início da semana, a
Eldorado conversou com o presidente da entidade, Dr. Cármino de Souza, sobre o tratamento de Linfoma que o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, começou em São Paulo.
Na quarta-feira, o diretor de relações internacionais e do Hemocentro da Santa Casa, Dr. Carlos Chiattone, falou sobre a marca dos 500 procedimentos em TMO realizados ao longo de 17 anos, na
Rádio Cultura.
E, na quinta-feira (12/08), foi a vez do diretor administrativo, Dr. Dante Langhi Jr., repercutir sobre o Fórum "A Hemoterapia que queremos" e também alertar para os malefícios da auto-hemoterapia, na
Rádio Eldorado. (esta entrevista já está disponível no Portal.
Ouça aqui)
Um comentário:
A ABHH, inconformada com a compreensão e adesão cada dia mais numerosa de cidadãos à auto-hemoterapia, emitiu nota tentando encobrir a verdade, que está nos resultados conseguidos com a prevenção e cura de doenças. A nota de pomposo título “Auto-hemoterapia não é reconhecida por especialistas”, torna-se vaga e sem sentido, pois não é citado nenhum caso de especialista que não reconheceria e deixa de dizer também que motivos teriam esses especialistas para deixar de reconhecer a técnica.
Escrevendo mais um capítulo de uma perseguição cruel a uma prática que deveria ser pesquisada para comprovar sua eficácia, a nota diz em seguida que “ABHH alerta para os riscos da prática e ausência de embasamento científico que comprove sua eficácia”. Não cita, porém, nenhum tipo de risco da prática e sobre a alegada “ausência de embasamento científico”, deixa de considerar centenas de trabalhos de muitas décadas.
Faz referência a “inúmeros questionamentos recebidos, tanto por parte de profissionais médicos como não médicos, relacionados à suposta prática hemoterápica denominada ‘auto-hemoterapia’", o que, por si só já deveria ser motivo para outro tratamento ao assunto. Mas, simplesmente afirma que a entidade “NÃO RECONHECE do ponto de vista científico o procedimento "auto-hemoterapia", acrescentando que “Não existe na literatura médica, tanto nacional quanto internacional, qualquer estudo com evidências científicas sobre o referido tema”. Faz muito tempo que se sabe que estas afirmações não são verdadeiras. Muitos médicos contestam o parecer do CFM que concluiu pela suposta inexistência de trabalhos científicos a respeito da AHT.
Diz ainda a nota da ABHH que “Por não existirem informações científicas sobre o referido procedimento, são desconhecidos os possíveis efeitos colaterais e complicações desta prática, podendo colocar em risco a saúde dos pacientes a ela submetidos”. Ora, a auto-hemoterapia é usada há mais de 150 anos e já em 1924 era objeto de uma tese de doutoramento em Portugal, bem como foi abordada em inúmeros outros trabalhos subseqüentes. Durante todo esse tempo nunca se teve conhecimento de efeitos colaterais nem complicações ou riscos à saúde dos usuários. Trata-se, portanto, de mais uma tentativa vazia de desfazer da auto-hemoterapia. Aliás, sua utilização pelos médicos brasileiros foi permitida até dezembro de 2007.
Por outro lado, diz ainda a nota que “Agrega-se a este parecer, a Resolução do CFM no 1.499/98, que ‘Proíbe aos médicos a utilização de práticas terapêuticas não reconhecidas pela comunidade científica’". Trata-se de injustiça, pois tira do médico o direito de curar seus pacientes e contraria a Declaração de Helsinque, que diz: “No tratamento de um paciente, quando métodos profiláticos, diagnósticos e terapêuticos comprovados não existem ou foram ineficazes, o médico, com o consentimento informado do paciente, deve ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovados ou inovadores, se no seu julgamento, esta ofereça esperança de salvar vida, restabelecimento da saúde e alívio do sofrimento. Quando possível, estas medidas devem ser objeto de pesquisa, desenhada para avaliar sua segurança ou eficácia”.
O diretor da Associação, Dante Mário Langhi Jr., alega que “a auto-hemoterapia é adotada por leigos e é desaconselhada por, além de não ter nenhum benefício comprovado no campo da ciência, poder apresentar inúmeros riscos à saúde”. Seria importante ele explicar por que deixa de levar em conta os estudos e trabalhos científicos existentes e que comprovam os benefícios da técnica, ao contrário do que ele diz. Quanto aos riscos à saúde que fala, não cita nenhum. Da mesma forma que a Associação alega que não existiria a comprovação, está obrigada a comprovar o que alega. Portanto, é preciso que cite que riscos são esses que alegam. Como temos visto na prática, o fato de não reconhecerem a auto-hemoterapia não significa que ela deixe de ser eficaz, pois sua eficácia está sendo comprovada cada vez mais, dia após dia.
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